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| Foto: EsporteVix |
Algumas provas realizadas no Espírito Santo tinham tudo para cair nas graças da imprensa nacional e atrair participantes de outros estados e até de fora do país. Não estou falando das Dez Milhas. Mas outras que têm tudo para conseguir tal projeção.
Uma delas é o Desafio Vitória Anchieta (Treine Certo). Uma prova casca grossa que mistura superação, percursos com diferentes graus de dificuldade e que alia um marco de religiosidade. Tudo para ser um evento esportivo-turístico.
Tem as provas no Morro do Moreno (Ney Robson), em Vila Velha, A Corrida da Promessa (Michel Raposo), de Vitória a Guarapari. Quantos eventos ficam sem ter a projeção que merecem por falta de divulgação.
Um deles me chamou a atenção. Foi o Treino Volta da Ilha de Vitória realizado no dia 17/01. O percurso de 25 km é muito técnico, com várias subidas e descidas, e passa por pontos turísticos da nossa Capital. Conversei com um dos idealizadores, Bart Rodrigues. A entrevista você confere aqui.
- Como e quando nasceu a ideia da Volta da Ilha de Vitória? Quais foram os idealizadores?
A ideia inicial surgiu de um pequeno grupo de sete amigos, que já corriam juntos no Treinão de Domingo (sob a orientação de Amilcar Jr.), de fazer uma corrida mais longa, sem caráter competitivo. O único objetivo era o de prolongar um pouco mais o clima de confraternização que desfrutávamos juntos todos os domingos. Eu, Aline Dill, Dinaely Miranda, Weskley Rodrigues, Gabbi Machado, Rose Leite e Douglas Borges postamos no grupo do Treinão de Domingo que no dia 18/01/2015 iríamos dar uma volta ao redor da ilha de Vitória e que, quem quisesse nos acompanhar, precisaria levar sua hidratação e trocadinho no bolso (caso não aguentasse e precisasse pegar um ônibus). Neste dia, além do nosso grupo de sete pessoas, apareceram mais sete.
- A deste ano quantos participaram?
Calculamos que passou de 150 pessoas. Nós ganhamos 70 medalhas para distribuirmos entre os primeiros colocados e elas acabaram nos primeiros 10 minutos.
- Por que o evento se tornou um sucesso?
A Volta da Ilha é uma confraternização. Agora na 5ª edição (pela 1ª vez) nós tivemos alguns patrocinadores que acreditaram no evento e nos ajudaram a melhorar a estrutura. Se por acaso na próxima não encontrarmos ninguém, nós faremos do mesmo jeito, como sempre fizemos. Por isso não tem como dar errado. Tudo é feito de forma voluntária.
- O que pode melhorar caso atraia mais e mais participantes daqui pra frente?
Temos a intenção de fazer camisas oficiais, medalhas personalizadas e termos batedores e ambulância para cobrir qualquer eventualidade. Mas como a Volta da Ilha é um confraternização sem fins lucrativos, teríamos que arrumar mais patrocinadores para viabilizar este crescimento. Ou cobrar um valor simbólico dos atletas que participarem e tudo isso ainda está sendo discutido.
- Vocês pretendem transformar o treinão numa corrida de fato? Ou acha que isso pode descaracterizar justamente esse aspecto de um evento entre amigos?
A essência da Volta da Ilha é uma grande confraternização entre os corredores capixabas. Todos nós organizadores da Volta temos nossos empregos e nos dedicamos voluntariamente pra que isso aconteça. Se precisarmos cobrar algo dos participantes para melhorar a estrutura, será sempre a preço de custo quando não tivermos patrocinadores pra isso.
Tem as provas no Morro do Moreno (Ney Robson), em Vila Velha, A Corrida da Promessa (Michel Raposo), de Vitória a Guarapari. Quantos eventos ficam sem ter a projeção que merecem por falta de divulgação.
Um deles me chamou a atenção. Foi o Treino Volta da Ilha de Vitória realizado no dia 17/01. O percurso de 25 km é muito técnico, com várias subidas e descidas, e passa por pontos turísticos da nossa Capital. Conversei com um dos idealizadores, Bart Rodrigues. A entrevista você confere aqui.
- Como e quando nasceu a ideia da Volta da Ilha de Vitória? Quais foram os idealizadores?
A ideia inicial surgiu de um pequeno grupo de sete amigos, que já corriam juntos no Treinão de Domingo (sob a orientação de Amilcar Jr.), de fazer uma corrida mais longa, sem caráter competitivo. O único objetivo era o de prolongar um pouco mais o clima de confraternização que desfrutávamos juntos todos os domingos. Eu, Aline Dill, Dinaely Miranda, Weskley Rodrigues, Gabbi Machado, Rose Leite e Douglas Borges postamos no grupo do Treinão de Domingo que no dia 18/01/2015 iríamos dar uma volta ao redor da ilha de Vitória e que, quem quisesse nos acompanhar, precisaria levar sua hidratação e trocadinho no bolso (caso não aguentasse e precisasse pegar um ônibus). Neste dia, além do nosso grupo de sete pessoas, apareceram mais sete.
- A deste ano quantos participaram?
Calculamos que passou de 150 pessoas. Nós ganhamos 70 medalhas para distribuirmos entre os primeiros colocados e elas acabaram nos primeiros 10 minutos.
- Por que o evento se tornou um sucesso?
A Volta da Ilha é uma confraternização. Agora na 5ª edição (pela 1ª vez) nós tivemos alguns patrocinadores que acreditaram no evento e nos ajudaram a melhorar a estrutura. Se por acaso na próxima não encontrarmos ninguém, nós faremos do mesmo jeito, como sempre fizemos. Por isso não tem como dar errado. Tudo é feito de forma voluntária.
- O que pode melhorar caso atraia mais e mais participantes daqui pra frente?
Temos a intenção de fazer camisas oficiais, medalhas personalizadas e termos batedores e ambulância para cobrir qualquer eventualidade. Mas como a Volta da Ilha é um confraternização sem fins lucrativos, teríamos que arrumar mais patrocinadores para viabilizar este crescimento. Ou cobrar um valor simbólico dos atletas que participarem e tudo isso ainda está sendo discutido.
- Vocês pretendem transformar o treinão numa corrida de fato? Ou acha que isso pode descaracterizar justamente esse aspecto de um evento entre amigos?
A essência da Volta da Ilha é uma grande confraternização entre os corredores capixabas. Todos nós organizadores da Volta temos nossos empregos e nos dedicamos voluntariamente pra que isso aconteça. Se precisarmos cobrar algo dos participantes para melhorar a estrutura, será sempre a preço de custo quando não tivermos patrocinadores pra isso.
- Que novidades planejam para o próximo ano?
A Volta da Ilha não é um evento anual. É claro que para o 2º aniversário iremos nos empenhar para que seja melhor que a deste ano. E sonhamos em ter o apoio da Prefeitura de Vitória para nos dar mais segurança no percurso ou nos ceder uma ambulância, o que for possível para melhorar a estrutura do evento.
A Volta da Ilha não é um evento anual. É claro que para o 2º aniversário iremos nos empenhar para que seja melhor que a deste ano. E sonhamos em ter o apoio da Prefeitura de Vitória para nos dar mais segurança no percurso ou nos ceder uma ambulância, o que for possível para melhorar a estrutura do evento.
